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Advogado Criminalista

A MELHORIA DO CONCEITO DA PROFISSÃO DO ADVOGADO CRIMINALISTA COMEÇA POR ELE MESMO  

É importante abordar de um modo geral qual a ideia que a sociedade ainda nutre pelo advogado criminalista, qual o prejuízo que esse preconceito pode trazer numa defesa criminal e como profissional deve agir para melhorar esse conceito e o prestígio para essa brilhante profissão, principalmente, numa época de muita informação, onde o conhecimento pode ou não ser abundante, mas a sabedoria ainda é escassa.

De fato, atuar nessa área nem sempre é uma tarefa tão simples, boa parte da sociedade ainda associa o advogado criminal que atua na defesa do cidadão;  com o  acusado de um delito e por vezes lhe associa com o próprio crime praticado.

Aliado a isso, temos a contribuição dos maus formados por tudo aquilo que praticam no mercado, pois a disseminação destas informações trazem reflexos diretos sobre o conceito desta profissão que como qualquer outra não pode ser generalizada, principalmente, em relação aos profissionais sérios que recebem a confiança daqueles clientes que mantém a margem os preconceitos formados para benefício de um bom relacionamento e sucesso de sua defesa criminal.

Então, como advogado deve fazer para obter sucesso e ainda atrair a clientela? A resposta também não é tão simples, mais existem várias maneiras.

Primeiro o advogado criminalista, até mais do que outro, é necessário conhecer bem o estatuto da Ordem, ter amor pela profissão, persistência, lutar pela causa, atuar com independência profissional, estar sempre atualizado e informado com as normas, ter um bom relacionamento com a cliente.

O relacionamento entre o advogado criminalista e seu cliente deve ser sempre pessoal, evitando-se intermediações que ensejam o alheamento gradual do causídico e o descontentamento do seu patrocinado.

Se o profissional se omite ou se esquiva ao contato pessoal seu prestígio e boa fama correm perigo. Jamais devemos esquecer que a advocacia tem seu esteio na confiança mútua entre advogado e cliente que se assemelha ao cristal mais nobre; uma vez quebrada, não há conserto.

Inadmissível que o advogado se alie á parte contrária, receba pelos serviços e não o faça nos moldes contratados. Com efeito, para mim é angustiante ter notícia que um indiciado, acusado, preso, processado, em fim, que juntou suas economias e pertences por vezes com ajuda de familiares para pagar o advogado e este, na posse do dinheiro sequer da o trabalho de ir ao fórum para ver o processo ou requerer a liberdade do cliente.  Ainda é mais desprezível a conduta daquele profissional que se mostra preocupado com o fato, mas se alia a parte contrária por vezes em corrupção em benefício próprio ou com intuito de preservar alguém mais importante.

Daí a necessidade de muita atenção e prudência no trato com os clientes.

De outra parte, o advogado que se predispõe em atuar nesta área deve fazê-lo sempre com boa-fé e reserva quanto aos fatos narrados pelo cliente, podendo ser comparado ao confessor a quem se revela o inconfessável a outras pessoas! No entanto, deve ser profissional, recomendando informar de forma clara e precisa os riscos de sua pretensão e das consequências resultante do pleito e de seu ato ou postura. Isso se faz necessário, pois o constituinte nem sempre tem suficientes conhecimentos para saber da viabilidade jurídica de sua pretensão.

Uns poucos exemplos dessa atividade é constante a presença do advogado, ora pugnando pela legitimação dos poderes do Estado, ora pela legitimidade da lei contra a legalidade iníqua, ora contra a tirania ou a corrupção administrativa.

Pontifica a coragem e o desassombro do advogado em inúmeros acontecimentos históricos. No Brasil, nota-se uma verdadeira sequência: desde o movimento pela independência, passando pela campanhas abolicionista e republicana, pelas postulações de Ruy Barbosa perante o Supremo Tribunal Federal, até o último impeachment, de não distante memória.

Ainda buscam os profissionais da advocacia transmitir informações sobre os seus direitos e deveres aos colegas recém-egressos das faculdades como se vê de notícias esclarecedoras e publicações com essa finalidade didática e formativa.

advogado criminalista deve estar sempre comprometido com a ética e bem preparado para orientar o cliente dentro da plausabilidade do direito reconhecido, estar preparado para enfrentar com ele a tempestade que vier, haja vista, a dor e o sofrimento que um processo criminal normalmente traz ao acusado e seus familiares a respeito de acusações justa ou de injusta causa.

Esses são fatores primordiais que dependem exclusivamente do advogado, porque como cediço o cliente já nutre por tudo aquilo que ouve um certo preconceito da profissão cabendo ao advogado e principalmente os que querem ingressar na carreira, ter postura, bons atos, conhecimento e caráter de maneira geral para reconstruírem uma nova imagem para profissão do advogado criminalista.

Por outro lado, vivemos a era da informação, que pode ou não contribuir para o conhecimento tanto do advogado como do cliente e ao final uma melhor entrosação das partes e integração dos trabalhos.

Digo pode, por que em regra, a informação se caracteriza pelo alto valor adquirido sobre o conhecimento, que no presente caso, necessariamente, o profissional deve ter sobre o “direito criminal“.

Já o cliente, muitas vezes, sequer consegue identificar qual a área do direito que necessita, até mesmo, em razão do excesso de informação disseminada na rede sobre determinado tema, que muitas vezes acaba contatando profissional de área incorreta ou se direcionando para ambiente diverso daquele que realmente necessita, nesse ponto, também cabe ao advogado ser um ouvinte para identificar suas necessidades e redirecioná-lo para outra área ou colega até mesmo para construírem uma possível relação de negócios no futuro.

Voltemos ao assunto; A era digital, a disseminação de informação na rede, induz valor adquirido sobre o conhecimento? Depende de onde provém a informação, com qual propriedade ela é inserida, por quem, sobre que contexto ou assunto, em fim, são vários os fatores que podem nortear o profissional e o cliente selecionar e adquirir valor agregado ao conhecimento desde que saiba a onde se vai.

Ora já passamos por muitas “ERAS”, era da industria, era da descoberta, e agora a era digital. Na época do descobrimento entre os séculos XV e XVII novas terras foram descobertas para inovação das rotas de comércio por comerciantes de alto poder aquisitivo. Porém, está informação “os descobrimentos”, por quem foram feitas? Por qualquer pessoa que tinha poder financeiro na época? Não, mas por pessoas que dominavam técnicas de navegação e passaram a ser chamadas de navegadores.  O dinheiro era importante, mas o conhecimento na área sobre navegação era muita maior para aqueles que aprenderam técnicas sofisticadas sobre navegação.

Portanto, é preciso ser mais que um advogado, tem que saber qual a área que pretende atuar, tem que possuir boas formações, frequentar bons cursos, buscar bons professores, selecionar e estudar informações relevantes  e se espelhar naqueles que melhor fazem aquilo que oferecem, ao ponto de aquirir sabedoria suficiente para inclusive reconhecer para o cliente todos os desafios que serão enfrentados, nunca pela ausência de combate, mas por algum fato inesperado. Ocorrendo isso, você já terá autoridade suficiente para contribuir para prestígio e bom nome da profissão á todos aqueles que militantes na advocacia criminal e que se dedicam arduamente no combate contra a injustiça.

DOUTOR BLANCO 

Assim, na certeza de poder ajuda-los nos colocamos a disposição para quaisquer atos os esclarecimentos que se fizerem necessários.

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